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Avaliação do Reparador - Da Redação

Fiesta 1.0 Zetec Rocam apresentou mais problemas do que o esperado

O veículo chegou à oficina com falta de potência, cheiro de combustível e ruído na direção hidráulica

O veículo chegou à oficina com falta de potência, cheiro de combustível e ruído na direção hidráulica; revisão mostrou necessidade de instalação de filtro anti-pólen, troca de velas, fluido ATF, óleo e filtro de óleo, equalização das válvulas injetoras e substituição do kit de embreagem.

O Ford Fiesta 1.0 8v Zetec Rocam a gasolina ano 2003, com 55.126km, chegou à oficina Souza Car, pertencente ao integrante do Conselho Editorial e engenheiro mecânico Julio César de Souza, apresentando basicamente os seguintes defeitos: falta de potência em acelerações e retomadas, forte cheiro de combustível no habitáculo e direção hidráulica começando a fazer ruídos ao esterçar.

O proprietário conta que adquiriu o veículo há um ano e meio, com aproximadamente 42.000 km, e desde então fez apenas pequenas intervenções preventivas, como troca de óleo, filtros, velas e líquido de arrefecimento. Diz ainda que a cerca de um ano substituiu os amortecedores e, mais recentemente, as pastilhas de freios.
 
Vista inferior do motor, com perfeita estanqueidadeMotor
Com isso, a revisão focou as reclamações do proprietário. Uma das primeiras providências foi realizar a análise de gases, que demonstrou a necessidade de verificação dos sistemas de ignição e injeção, pois o veículo apresentou índices de emissões de CO, CO2, O2 e HC fora dos padrões ideais (vide tabela Parâmetros).

Ao sacar as velas, percebemos que a vida útil das mesmas estava no fim. Assim, as velas Motorcraft foram substituídas por outras, NGK TR6B-10 (ref. Bosch: Sp 10 HR 7 M+U F 000 KE0 P10). Os eletrodos foram regulados em 0,95mm a fim de poupar o restante do conjunto (cabos que não foram substituídos, da marca NGK, e bobina original). Esta abertura é a mínima recomendada pelo manual de reparação da Ford. A máxima é 1,05mm.

O reparador deve ficar atento no momento de pedir o jogo de velas na casa de autopeças, pois no dia da avaliação o entregador trouxe um jogo de NGK TR7B-10, pertencentes ao Fiesta 1.0 Supercharger, com grau térmico diferenciado, que permite uma maior dissipação de calor (no catálogo da Bosch não consta referência de vela para o motor Supercharger). Os valores de emissões certamente seriam alterados com o uso da vela incorreta, algo não muito bem-vindo, por exemplo, na cidade de São Paulo em tempos de inspeção veicular. O ideal é instalar o hábito de nos policiar quanto às especificações de fábrica, pois num futuro Analisador de gases pertencente a estação de inspeção veicular gratuita IVGpróximo todo o restante do país participará do sistema de inspeção veicular.

Dica: O reparador deve ter atenção extra na remoção dos cabos de velas para não quebrá-los, pois trata-se de uma operação delicadíssima. Para o sucesso da operação, o reparador deverá primeiro:

- Com as mãos na parte cinza (chupeta) girar cerca de 90 graus o cabo em torno da vela para ambos os lados e desgrudá-lo.

- Puxe-o segurando-o pela mesma parte cinza, nunca pelo cabo, aplicando força moderada. Agora o mais importante, a força deverá ser aplicada para cima e não na direção da frente do veículo (vide imagem "informativo NGK").

Um defeito comum neste modelo, segundo os nossos conselheiros é a queima da bobina em apenas um dos cilindros. O veículo começa a falhar. Ao substituir a bobina, os cabos e as velas também deverão constar no orçamento, pois a resistência à condução da centelha será alta caso os respectivos componentes continuem antigos. Isso diminuirá a vida útil da nova bobina. O filtro de ar estava em perfeitas condições, pois havia sido trocado 1.000km antes da avaliação.

Localização da bobina de igniçãoA checagem das válvulas injetoras indicaram que estas precisavam ser equalizadas, após realizado o teste de vazão, em que foi detectado uma diferença de até 5ml entre os bicos.

Após a limpeza, a diferença caiu para 2ml. Os filtros (mini-filtros) e os anéis o’rings também foram trocados. Segundo a Ford, a limpeza dos injetores não é necessária, pois o material construtivo do bico tem como base o teflon.

Devemos lembrar que os testes de engenharia são feitos a partir de condições levemente diferenciadas da realidade. Na prática, com os diferentes climas, combustíveis disponíveis, culturas de manutenção (inclusive quanto a troca dos filtros), entre outros fatores, chegamos à conclusão que a limpeza torna-se necessária. Prova disso foi a melhora na equalização e pulverização após a manutenção. O filtro de combustível também foi substituído.

Com estas intervenções foram solucionados os problemas de falta de potência, além de melhorar a emissão de gases poluentes, para padrões mais próximos do ideal (vide tabela Parâmetros).

Para sanar o problema de ruído da direção hidráulica, foi substituído o fluido, que apresentava cor escura, com borra acumulada na tampa (semelhante à graxa de homocinéticas), indicando fim de vida útil. A troca foi feita pelo fluído original ATF Motorcraft especificação ESP-M2C 138 CJ. O reservatório foi limpo e reinstalado.

Curiosidade
Um fato curioso e de boa repercussão nesta avaliação foi a perfeita estanqueidade de motor e câmbio. Não foi detectado um vazamento sequer nos componentes. Isso significa que a Engenharia da Ford tem realizado um bom trabalho, principalmente no critério de escolha dos fornecedores das juntas e retentores do motor e câmbio.

Dica: Falando em fluídos, muitíssima atenção no momento da escolha do óleo lubrificante do motor. O recomendado pela Ford é o Motorcraft 5W30 API-SJ, mineral, produzido nos Estados Unidos. Ele é facilmente encontrado nas Distribuidoras do Brasil. Na época de desenvolvimento do motor Zetec, a Ford firmou parceria com a Texaco, empresa produtora do óleo Motorcraft, para formular o melhor produto aos parâmetros do, então, novo propulsor.

Caso o reparador aplique um lubrificante de outra viscosidade e classificação, pode ocorrer perda de potência do motor, na casa dos 5cv, comprometendo os valores de consumo e funcionamento. Trata-se de um propulsor muito sensível à mudança de lubrificante.

Foi trocado o óleo de motor e filtro (Fram código PH5713). O part number ou código original do filtro de óleo é Motorcraft EFL 500 1089778.

Segundo o manual de reparação da Ford os prazos para a troca são: 15.000km sob condições moderadas (cidades livres de trânsito e estradas) e 5.000km em condições severas (grandes cidades com trânsito intenso). O Conselho Editorial do Jornal Oficina Brasil recomenda preventivamente a troca do óleo e filtro a cada 5.000km rodados, independente das condições de rodagem do veículo em questão.

O anel de encosto para o bujão de dreno do óleo do motor estava com desgaste excessivo devido às reutilizações em diversas trocas de óleo. O reaproveitamento do anel não é aconselhado.
 
Arrefecimento
O líquido de arrefecimento havia sido trocado recentemente. Para a próxima revisão, o reservatório de expansão será substituído, assim como a sua tampa. Dica: esse modelo de veículo apresenta como ponto fraco o reservatório de expansão muito frágil, não sendo difícil ocorrer a sua quebra/explosão. As experiências vividas pelos nossos conselheiros indicam que o material utilizado em sua construção é de baixa qualidade e o ressecamento é precoce, sem exceção. A proporção recomendada pela Ford é 50% de aditivo à base de etilenoglicol e 50% de água desmineralizada. A especificação do aditivo original Motorcraft é ESDM-97B49-B.

Dica: a calotinha metálica que protege os rolamentos de roda traseiros deve ser substituída sempre que houver necessidade de remoção do conjunto, pois o seu formato é propício a se danificar. Mesmo o reparador tendo boas habilidades no ato de sua remoção, a borda ainda ficará levemente abaulada, permitindo a entrada de impurezas.

Dica: o líquido do sistema de arrefecimento do Fiesta e Ecosport equipados com ar quente necessita circular até o evaporador interno do painel. Em caso de entupimento nesta região, o líquido ficará impossibilitado de circular, e o veículo terá grandes chances de apresentar superaquecimento, pois a consequência será uma alteração da temperatura na região da válvula termostática e sensor de temperatura. Existem casos extremos em que o evaporador interno do painel fura, devido à corrosão em veículos que não recebem manutenção no líquido de arrefecimento. Alguns proprietários autorizam o seu reparador de confiança a inutilizar o sistema de ar quente devido o custo elevado desta correção. O reparador por sua vez instala uma mangueira em formato de "U" na região de entrada e saída do líquido para o evaporador. Se este procedimento, que é muito utilizado no mercado, for realizado neste modelo, o superaquecimento será eminente. Cabe a nós orientarmos os proprietários a autorizarem a remoção do painel para a correta solução da avaria, caso esta esteja nesta parte do veículo.

Outra característica da famí­lia de motores Zetec Rocam é a real possibilidade de trinca no cabeçote entre a parte superior e a tampa de válvulas no caso de superaquecimento, seguido de batidas de saia do pistão. Segundo os nossos consultores, existem casos em que não é possível reparar o cabeçote, sendo necessária a aquisição de um novo. No caso dos pistões, a troca deverá ser efetuada se comprovada a avaria.

A resistência do eletro-ventilador do radiador (ventoinha) estava queimada, aonde apenas a 2ª velocidade funcionava. O problema foi solucionado com a instalação de uma resistência nova.

Transmissão
O nível do óleo da caixa de câmbio estava ok. Segundo o manual de reparação da Ford, a troca não é necessária, porém preventivamente o reparador poderá oferecer este tipo de serviço a cada 100.000km ou 5 anos, para que todas as engrenagens, rolamentos e diferencial estejam impecavelmente protegidos. O óleo recomendado é o Motorcraft 75W90 de especificação WSD-M2C/200-C de base sintética.

O kit de embreagem foi substituído, pois o conjunto apresentava fim de vida útil (pedal alto e pesado), demonstrando um disco de embreagem com espessura fina. Os atuadores (cilindros mestre e escravo) já haviam sido substituídos.

Foi necessário também verificar o coxim superior do motor, para garantir a perfeita sustentação e alinhamento do conjunto trem de força.

As homocinéticas apresentavam funcionamento perfeito, livre de estalos ao exigir do veículo em curvas e subidas. Nenhuma coifa estava rasgada.

Cilindro de roda em início de vazamentoSuspensão
Os amortecedores haviam sido trocados em março de 2008, quando o veículo possuía então 43.418km. Na ocasião da troca, o amortecedor traseiro direito estava inoperante devido à seguinte falha: a chapa estrutural superior de fixação do amortecedor, pertencente ao veículo, soltou-se. Fora instalada uma nova chapa no local, permitindo a correta fixação do já citado amortecedor. Após 12.000km rodados, foi detectada uma diferença de 15% na eficácia dos dianteiros direito e esquerdo na máquina "shock tester", disponível na linha de inspeção veicular do IVG nas dependências da CET em São Paulo.

Segundo os parâmetros da norma ABNT NBR 14624, o limite entre a eficácia de absorção entre amortecedores instalados no mesmo eixo é de 15%. Logo eles não foram substituídos por ainda estarem na tolerância.

A marca dos amortecedores é a Tenneco, pertencente a Monroe. As buchas, bandejas e pivôs estavam em perfeito estado e não havia barulhos ou estalos ao andar com o veículo.

Tambor de freio traseiroFreios
As pastilhas e o fluído de freio possuíam apenas 4.000km.

Os discos apresentaram 10,2mm de espessura. O mínimo tolerado é 10mm (eles não foram trocados). O conjunto será substituído na próxima revisão.

Os tambores traseiros estavam com diâmetro interno de 203,9mm, medida esta que estava dentro da tolerância máxima (de 204,3mm). A pista não apresentava sinais de espelhamento, trincas ou canais em baixo relevo.

O cilindro de roda esquerdo apresentava início de vazamento em seu êmbolo, aonde o guarda pó ainda conseguia reter o fluido. Os cilindros traseiros direito e esquerdo foram trocados preventivamente. Observação: os cilindros de roda deste veículo possuem o corpo de alumínio; tempos atrás havia uma crença de que este tipo de material eliminaria para sempre os vazamentos entre êmbolo e cilindro interno, mas na prática não é bem isso que podemos constatar.

Tampa do reservatório da DH com impurezas acumuladasAs lonas estavam em perfeito estado e não demonstravam contaminação a agentes externos (água de enchentes, fluido de freio, etc). Os flexíveis dianteiros e as tubulações traseiras também estavam em perfeito estado.

Dica: existe uma oportunidade de venda de serviço quanto ao sistema de ventilação, pois a maioria dos Fiestas vem de fábrica sem o filtro anti-pólen do ar-condicionado. Ele é encontrado para compra no mercado independente (distribuidores) ou na rede autorizada. O Fiesta avaliado não o possuía. Foi instalado o filtro e feita a limpeza com spray antibactericida.

Habitáculo
Ao andar com o veículo, um forte cheiro de combustível era sentido. O anel de vedação da tampa de acesso a bomba foi trocado, pois os anéis de vedação estavam achatados e ressecados e permitiam a evaporação da gasolina.

Os itens de conforto como ar-condicionado, ar quente, vidros elétricos e painel não apresentaram problemas.

Curiosidades
O Ford Fiesta 1.0 8v Zetec Rocam a gasolina avaliado nesta edição pertence a 4ª geração do modelo, reestilizado em 2002 e produzido até o final de 2007, data esta em que foi lançada a 5ª e atual geração.

De acordo com dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), as vendas do modelo Fiesta em 2003, incluindo as motorizações 1.0 Superchager e 1.6 a gasolina, somaram 70.379 unidades em todo o Brasil.
 
Tanto o Ford Fiesta como a Ecosport podem apresentar rangidos ao passar por lombadas e valetas (com as rodas paralelas). Segundo o nosso Conselheiro, Júlio César de Souza, ao inspecionar os componentes estruturais como amortecedor, batentes superiores, batentes em "PU" da haste e bieletas, o reparador não encontrará nada de anormal. Pela sua experiência foi detectado que o problema é no batente em "PU" da haste do amortecedor, que devido ao seu atrito entre a parte interna e a já citada haste, este vitrifica, causando o rangido.

Direto do Paredão, a opinião de outros reparadores

Bom carro popular, recomendo, nota 7,5. O motor apesar de precisar de mais potência para este veículo apresenta ótima durabilidade usando a classificação de óleo certa. O câmbio é bom, a suspensão não é das mais confortáveis, mas aceitável para um carro da categoria. Apresenta problemas prematuros no atuador hidráulico da embreagem, os coxins do motor e câmbio não são tão duráveis, porém melhores que os dos seus concorrentes populares franceses. Os rolamentos das rodas poderiam ser melhores. Um problema crônico nos primeiros modelos era o rolamento da coluna da direção, sendo necessária a troca completa da coluna, porém a Ford montou as novas com um rolamento melhor e atenuou este problema. Quando for executar a revisão preventiva recomendo atenção especial ao freio traseiro. É comum ter que lixar bem as sapatas, tambores e lubrificar a regulagem automática dos patins. Quando for trocar as velas, ter um cuidado especial com os cabos que se rompem com facilidade. Quanto às peças, não são das mais baratas, mas a Ford vem melhorando a reposição. Informação técnica é boa, manutenção não é difícil, a limpeza de bicos neste veículo é polêmica. Na minha opinião com gasolina adulterada não há bico autolimpante que aguente.

Dermeval Junqueira – Reparacar LTDA – Congonhas-MG
 
Acho que por se tratar de um "popular", a manutenção é muito cara e falta durabilidade. É muito frágil. Para nós, reparadores, sua manutenção não é tão fácil, principalmente para técnicos de injeção. O motor não pode nem dar uma aquecidinha a mais que já dilata os anéis de seguimento. E as peças de reposição vocês já sabem... Nota 7.

Silvio Duarte
 
Carro popular com custo de manutenção não muito barata. Tem dificuldade de manutenção. É recomendável utilização de óleo correto. Nota 6,5

Luis Carlos Maroldi – Jaçanã Centro Téc. Automotivo - São Paulo
 
É um carro fácil de se fazer manutenção, e com boa durabilidade de peças. Ainda deixa a desejar a suspensão, e a caixa de direção que apresenta folgas com pouco tempo de uso provocando barulhos internos. Cuidado para fazer trocas de óleo lubrificante do motor nas quilometragens certas e usar lubrificantes de acordo com a exigência do fabricante. Para os proprietários distraídos com manutenções preventivas é bom, pois não possui correia dentada no motor, não necessitando de trocas e inspeções periódicas na mesma.

Jonathan da Silva Pinto – Centro Automotivo R&E – Mantena - MG
 
A montagem do motor é muito fácil, mas há dificuldade na instalação, pois o cofre é muito apertado. Juntas e retentores têm que ser de marca, pois outras geram problemas, fora o custo de peças que é alto.

Job Tenorio de Lima – São Paulo

Avaliação de Mercado

O Ford Fiesta apresenta baixa demanda e também tem pouca oferta. Em média fica 15 dias parado antes de ser revendido. Em dezembro de 2008, relativo a novembro/2008 desvalorizou -2,29%. Em relação a dezembro/2007 desvalorizou -3,08%. Com relação ao preço praticado, há uma diferença com as tabelas de referência, que pode chegar a ser igual -3,66% para o mês de dezembro/2008. Em relação a dezembro/2007 essa diferença pode chegar -6,63%. O perfil de quem procura este carro, geralmente, é de consumidores que gostam da marca Ford.

Sindiauto/Assovesp

Análise do Consultor OB
O Ford Fiesta recebeu nota média 7, do conselho editorial. O modelo avaliado encontrava-se em bom estado de conservação, mas apesar disso o histórico do veículo demonstrou que a manutenção preventiva foi aplicada parcialmente pelos proprietários anteriores. Um fato que chamou a atenção da comunidade reparadora foi o baixo desempenho apresentado pelo motor Rocam, característico do modelo. Quanto o custo das peças, nada de anormal foi percebido, sendo que os preços praticados tanto pela concessionária quanto pelas autopeças estão na média de mercado. A acessibilidade as peças é boa e a corrente de comando anula a periodicidade de manutenção do sistema de sincronismo. No final, todos os conselheiros do jornal aprovaram o modelo.

Índice de Durabilidade e Recomendação

Nota: 6
A minha nota é 6 para o veículo Ford Fiesta, pelo seguinte motivo, ele apresenta alguns pontos frágeis como embreagem, suspensão dianteira e coxim de motor. É um caro que tem alguns problemas desta ordem , mas é um carro que eu recomendo ao cliente.
Danilo Tinelli, da Auto Mecânica Danilo - (11) 5068-1486

Nota: 7
A minha nota para o Fiesta com motor Rocam é 7. O veículo apresenta um conjunto de motor e suspensão é de fácil manutenção e é fácil de adquirir as peças para serem aplicadas no veículo. Por outro lado, o problema continua como a maioria dos carros nacionais que nós temos: a falta da informação técnica.
Julio César Souza, da Souza Car - (11) 2295-7662 / 2097-9229 - eng.julio@uol.com.br

Nota: 7
A minha nota para o Ford Fiesta é 7. É um carro de mecânica fácil de manusear, apesar de ter uma certa dificuldade na troca dos cabos de vela por ficar num local muito quente e quebra muito fácil ao manusear o cabo. Fora isso é um carro bom e que recomendo para todos os meus clientes.
Paulo Aguiar, da Engin Engenharia Automotiva
(11) 5181-0559 / 5183-3073 - engin.auto@terra.com.br

Nota: 7
Tenho vários clientes com este veiculo, recomendo sim a compra e claro que todo veiculo tem seus defeitos, mas posso dizer que este veículo roda 100.000 km sem muitos defeitos. No quesito bateria é difícil avaliar, A durabilidade dela quanto veiculo é zero é boa, dura até 2 anos. Após a troca, é uma a cada um ano.
Cláudio Cobeio, da Cobeio Car
(11) 5181-8447 - juliana@cobeiocar.com - www.cobeiocar.com

 

 

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